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[AVISO: este é um texto extremamente pessoal, e com certeza será muito emocional. Peço que respeitem tudo o que escrevi, e espero de coração que não se importem por eu desabafar aqui no MLD]. Faz um tempo que eu já tinha pensado em escrever sobre isso aqui, mas nunca tinha tempo [ou vontade] de realmente sentar e fazer o post. Daí hoje, depois de um dia bem ruim, eu criei coragem. Aqui estou.

Oi gente! Sei que dei uma sumida aqui do MLD, mas voltei com um vlog <3 foi minha 1ª vez gravando algo assim, então sejam legais comigo ;3; Filmei um pouco do que tinha na Anime Revolution ontem, dia 06 de agosto. Queria ter filmado mais cosplays, mas ontem tinham poucos 🙁 Espero que gostem do vlog, e prometo voltar aqui pro blog <3

ATENÇÃO: este texto contém apenas a minha opinião como fã. Se você concorda ou discorda comigo, deixe nos comentários. 2016 não está sendo um ano fácil para o K-pop. Depois do anúncio de disband de KARA, saídas de integrantes do Beast, 2NE1 e Miss A [e mais outros grupos também], mais uma bomba explodiu hoje com a notícia do fim de 4Minute. É bem difícil para nós, fãs, lidarmos com esse tipo de situação. Óbvio que ficamos tristes, com um pouco de raiva até, nos perguntando “mas por que será

Cabelo preto e bem liso. Olhos puxados. Uma voz baixa e educada. Ao te cumprimentar, primeiro se curvam e depois estendem a mão. Provavelmente, a primeira coisa que você pensou foi que essa pessoa é japonesa, mas já passou da hora de rever seus conceitos. Para divulgar mais sobre a cultura sul coreana, foi realizado um festival em Campo Grande, reunindo descendentes do país, japoneses e também brasileiros apaixonados pela cultura oriental. Pode parecer difícil para um leigo diferenciar entre coreanos, japoneses e chineses, mas é tudo uma questão de

Todo fã de k-pop sabe quem são as sasaengs, e muitas vezes nós realmente as odiamos pelos seus atos extremos para mostrar seu amor – ou ódio – por um ídolo. Casos como invasão de dormitório dos grupos, perseguição de carros, câmeras escondidas em bichinhos de pelúcia, ameaças de morte e objetos lançados contra os ídolos, nos deixam de cabelo em pé. Eu acompanho esses casos desde que entrei para o mundo do k-pop, em 2009, e até hoje essas histórias me deixam assustada. Até que ponto um amor de fã